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Eu Fabian Equey e equipe, temos o prazer de instalar nossa escola ZEN SIV , na região de São Paulo, especificamente na região de Bragança Paulista, onde realizaremos o curso sobre o lago de Joanópolis represa de Piraicaia, onde temos uma vasta extensão de água para percorrer com a lancha, que nos permitirá alcançar entre 600 e 800 metros com o sistema de guincho. Altura suficiente para realizar todas as manobras com segurança,previstas no cronograma de vôo.
O curso tem duração de dois dias e meio, sendo o briefing teórico na sexta feira a noite, e os vôos no sábado e domingo, com uma quantidade mínima de 4 vôos por piloto.
As datas serão confirmadas segundo as condições metereologicas
Para o reboque disposmos de :
· Lancha de Reboque equipada com cabos que vão colocá-lo a 600 ou 800 mts de altura
· Lancha de resgate para facilitar o resgate na água
· Colele Salva Vidas
· Release para conexão.
· Kit de primeiros socorros
O objetivo :
Familiarizar-se com todos os movimentos que compoem a dinâmica de vôo com seu parapente.
Reconhecer e controlar as diferentes fases do vôo, desde o vôo acelerado até as velocidades mais baixas, e que vão até a perda de domínio do vôo tal como uma espiral com gravata ou um full stall. E apreender a raciocionar com sangue frio e rapidez nos diferentes momentos deum incidente que pode acontecer a qualquer tipo depiloto, durante um vôo de cross por exemplo : condições térmicas fortes, cizalhamento de vento, vôos térmicos a baixa altura e condições turbulentas que podem provocar fechadas violentas e percas de pressão fortes.
E por isso que vocês terão instrução via rádio para que cada vôo e decolagem, sejam tranquilos, e o instrutor coordenará seus movimentos e o momento de cada uma de suas manobras no ar.
Todos os vôos serão filmados, vamos usar as imagens no sabado e domingo para a correção das manobras epermitir que visualizemos e possamos trabalhar a técnica.
As imagens tambem servirão para a edição do video que será entregue para juntamente com a camiseta e diploma que será entregue ao final do curso.
Durante suas aulas práticas no SIV ZEN, ouviremos todas as suas necessidade e vontades, e trataremos de evolucionar a maneira mais adequada segundo o seu nível de pilotagem. Para isso trabalharemos de maneira personalizada e individual, cada manobra será analisada caso a caso, e adaptaremos a sua evolução a prática.
Front Stall
Golfinhos
Dividiremos os exercícios de Golfinhos em duas fases
Primeira Fase : Este movimento é obtido por freios assimétricos da asa seguido por uma liberação total dos freios, repetiremos esse movimento muitas vezes consecutivas com o objetivo de aumentar a amplitude do movimento até provocar uma fechada frontal simétrica ou assimétrica, até que ela abra automaticamente, ou com a ajuda de uma bombada forte e rápida.
Segunda Fase : Repetiremos o exercício acima mas desta vez com o objetivo de não deixar o parapente fechar, quando o parapente estiver ao ponto de fechar, freiaremos de uma vez até embaixo e liberaremos rapidamente, dessa forma resetando a vela e colocando-a para voar.
- Giros de 360 graus:
Faremos uma série de giros de 360 graus, começando devagar até começarmos a ter mais energia e aceleração, treinaremos a entrada do giro e logo o controle de saída, o timing de saída e o controle do avanço da saída.
Fechada asssimétrica de 50 % controlada:
Fechada assimétrica de 50 % com 360 graus para o lado oposto da fechada:
A fechada é provocada pelo piloto, o procedimento é o mesmo descrito acima, porém agora começaremos pelo lado esquerdo, e seguiremos fazendo uma curva de 360 graus do lado aberto do parapente, controlado com a ajuda do corpo e do freio tensionado do lado direito. A saída da manobra se dá liberando o tirante A, e o piloto irá bombear o lado esquerdo para faciliata a abertura, sempre lembrando de mandar o eso do corpo para o lado direito.
Pendulos Laterais :
Este movimento, se efetua mesclando o golfinho e os pendulos laterais, alternando o corpo de um lado para o outro da sellete, seguido de um movimento mas rápido de comando de corpo para cada lado respectivo. O Movimento é praticado num timing justo e um movimento mais amplo de freio que pode permitir passar acima do horizonte que logo pede um comando contrário freiando o lado externo da asa no ponto mais alto para evitar uma fechada.
Full stall :
Esta manobra faz o piloto sair do campo de vôo de uma maneira descomposta. Primeiro o piloto dá uma volta de freio em cada mão e começa a freiar pouco a pouco seu parapente simétricamente até chegar na velocidade mínima do parapente. Logo o piloto continua baixando as mãos até o ponto de pré stall e logo full stall, o parapente cai para trás e o piloto deve deixar as mãos firmemente abaixo da sellete e simetricamente, porque a tendencia do parapente é querer coltar a voar. A próxima fase é levantar as mãos devagar até o ponto que seu parapente comece a voar em Fly Back, as pontas do parapente ficarão ligeiramente fechadas, e o ultimo componente agora será a saída do full stall, levantaremos as mãos de forma simétrica, voltando a levantar as mãos até voltar a configuração de vôo, não necessarimente sempre, mas a saída poderá ter um pendulo frontal forte, e nesse caso usaremos a técnica de saída do golfinho, freiando rapidamente e liberando de uma só vez os comandos. Se tivermos altura repetiremos o exercício.
Negativa :
O giro da negativa consiste na sua primeira dase em dar uma volta de freio em cada mão, e diminuir a velocidade mínima de forma simétrica, logo estolar um lado e levantar a outra mão, logo se estabiliza uma espiral negativa mantendo o lado freiado firmemente, uma vez que o giro negativo tenha se estabilizado o piloto baixa a mão oposto ao lado sem pressão e entra em full stall, a saída é a mesma do full stall (vide full stall).
Fechada em espiral :
Esta manobra permite chegar a indices de decida próximos a 23 metros por segundo dependendo do parapente, a orelha permite reduzir a força cerntrígufa, está manobra poderá ser utilizada em condições como para descer da influência de Cbs.
Fechada assimétrica com autorotação do lado fechado :
O exercício consiste em provocar uma grande fechada assimétrica do lado que você preferir, logo deicar o parapente girar para o lado fechado sem controlar o giro sem o movimento do freio tão pouco do corpo, até obter um giro em alta rotaçãode de 90 graus a 540 graus dependendo da sua altura. Ele sairá da alta rotação com o mesmo procedimento da fechada de 50%, o piloto usa o corpo asim que o freio do lado aberto de maneira progressiva porém ativa para que possa parar a alta rotação, logo o piloto controla sua trajetória para ficar sobre um eixo definido.
Todos os pilotos do curso deverão ter um bom nível de decolagem e controle de solo, e ter todo seu equipamento completo ( parapente, sellete, para quedas, capacete, luvas, radio) , o equipamento deverá estar em bom estado, podendo no caso de uma inspeção prévia onde o instrutor ou os monitores, encontrem alguma irregularidade com o equipamento, nos colocamos no direito de não realizar o curso.
As informações que constam no blog sobre pilotagem e segurança em vôo, são para uso único para a realização durante o curso de manobra, não deverá ser praticado sobre a terra ou sobre comando de um piloto que não seja apto para tal.
Não nos responsabilizamos por tais atos realizados fora do curso de manobras, lembrando que manobras sem instrução é um ato perigoso, converse com o seu instrutor e se tiver alguma dúvida entre em contato conosco.
Equipe - ZEN S.I.V
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Final
Penso particularmente que um bom piloto não é somente um piloto velho como a maioria dos pilotos gostam de dizer.
Um bom piloto é também um piloto que sempre busca melhorar e evoluir elevando seu ritmo sempre que pode. Muitos pilotos deixam se controlar pelo medo e acabam não evoluindo, porém quando canalizam sua energia em aprender e desenvolver este medo, evoluem rapidamente com segurança.
Para isso nós da equipe ZEN s.i.v, e eu Fabian Equey ajudaremos a vocês pilotos a usar esse medo, de forma progressiva e da maneira mais segura possível. Gostaríamos que nossas aulas sejam o disparador de cada um para sua própria evolução e ajudar-los a progredir na eterna aprendizagem do parapente.
ZEN s.i.v, é uma porta aberta a progressão.
Abraços
Fabian EQUEY

El equipo "ZEN" y yo mismo tendremos el placer de encuadrarles en la región de São Paulo en Brasil y más exactamente sobre el lago de Joanopolis cerca de Bragança Paulista. La extensión vasta de agua del lago, nos permitirá poder alcanzar, gracias a un sistema de torno, una altitud situada entre 600 y 800 metros y de efectuar con seguridad, todas las maniobras previstas en el momento de los diferentes vuelos de la prácticas. El curso durará dos Días y medio, del viernes al final de después de mediodía, a la tarde del domingo y comprenderá un mínimo de 4 vuelos por cursillista. Las fechas serán fijadas según las disponibilidades y las condiciones climáticas. El despegue y la toma de altitud se efectuarán con la ayuda de un torno de mano especialmente estudiado para la práctica del parapente. Éste, es fijado sobre un barco remolcador pilotado por un instructor especializado en el torno. El equipo experimentado de " ZEN s.i.v. " Le encuadrará durante la prácticas y en el momento de los despegues para su seguridad. Usted será tan provisto de chalecos de salvamento en el momento de su vuelos y un barco de seguridad estará previsto para la repesca en el momento de extracción de paracaídas de socorro u otro.
La prácticas tendrá por objeto familiarizarle con todos los movimientos que componen la dinámica del vuelo en parapente y que es constado por el balanceo, el cabeceo y del movimiento de plato. Reconocer y controlar las diferentes fases de vuelo concurrido del vuelo acelerado a las velocidades bajas y que van hasta salidas del dominio de vuelo tal como " barrena negativa " (" negativ espín) y " perdida " full stall. De reaccionar con sangre fríos y rapidez en el momento de diferentes incidentes que podría producirse durante un vuelo " cross ". Así como por ejemplo; condiciones térmicas fuertes; cizalladuras de viento; vuelos térmicos bajo viento y quienes podrían provocar cierres violentos y pérdidas de presión de todo te caracterizas.
Es por eso que, ustedes serán dirigidos y le habrán prestado asistencia radio para cada vuelo desde el despegue y el segundo instructor experimentado, coordinará sus movimientos en el momento de cada una de sus maniobras en el aire. Cada vuelo será rodado por dos cámaras. Utilizaremos las imágenes el sábado y el domingo para la corrección vídeo y permitir mejorar vuestro técnica. Las imágenes serán también utilizadas para la edición de un DVD que le será ofrecido posteriormente a la prácticas, así como una remera y un diploma. En el momento de su prácticas "ZEN", ensayaríamos de estar en la escucha de sus necesidades y trataremos de hacerle evolucionar de manera más adecuadas según su nivel. Para esto, trabajaremos de manera personalizada y adaptaremos para cada uno de usted las maniobras con arreglo a sus ventajas o huecos. Para esto, trabajaremos maniobras que serán adaptadas a su evolución durante la prácticas.
-Todos los paticipantes del curso debran a tener un buen nivel de despegue asi que su équipamento completo de vuelo (parapente, silla, paracaida de emergencia, casco, guantes) en bueno estado.-
EL PRIMERO VUELO será para .todos los curcillistas un vuelo de evaluación y será constado de:
- Plegadas simétricas 100 %:
Esta maniobra voluntariamente es provocada en vuelo derecho con la ayuda de ambos elevadores A tirados con fuerza hacia abajo de manera breve. Se lo sigue una pérdida de presión del parapente y seguida de una reapertura rápida de éste. Más tarde, El piloto activamente bombea sobre los frenos para reabrir las extremidades de la ala en caso de que las puntas de ala se quedan sin presión.
- Movimientos de cabeceo:
Este movimiento es obtenido por el frenado simétrico de la ala seguido por un relajamiento total de los frenos y esto muchas veces consecutivas con el fin de aumentar la amplitud del movimiento. Primeramente el piloto va a tratar de sentir el movimiento y freinar la abatéa para neutralizar el pendulo. Luego, el piloto lleva el cabeceo hasta provocar una plegada frontal simétrica o asimétrica.
- Giros de 360 grados:
Una serie de tres 360 grados del lado de su elección. Constada por la entrada sobre eje, fase de aceleración y luego control de la salida sobre eje y contemporización del movimiento de cabeceo.
EL SEGUNDO VUELO será también lo mismo para todos los curcillistas y será constado de:
- Plegada asimétrica 50 % controlada:
La plegada asimétrica es provocada a la derecha, por una tracción franca hacia abajo, por el mallona rápido de la banda A. La plegada es mantenida y el eje de vuelo esta controlado por la acción del cuerpo en oposición del lado cerrado y por la acción regulada por el freno izquierdo. Se lo sigue; una curva controlada por el piloto, sobre la izquierda, de un ángulo de 90 ° y siempre con la ala cerrada asymétriquement. La reapertura, se efectúa por el relajamiento de la banda A, el cuerpo siempre situado por el lado abierto y el bombeo activo con la ayuda del freno derecho.
- Plegada asimétrica 50 % con 360 grados por el lado opuesto al cierre:
El cierre es provocado por el piloto, como para la maniobra más arriba, pero del lado izquierdo. Se lo sigue; uno 360 ° del lado abierto del parapente, controlado con la ayuda del cuerpo y con la ayuda del frenado regulado a la derecha. La salida de la maniobra es efectuada por un control sobre eje y el relajamiento de la banda A. El piloto activamente bombea luego el freno izquierdo para facilitar la reapertura del parapente, siempre guardando el peso del cuerpo del lado derecho.
-Wing :
Este movimiento, mezclando cabeceo y balanceo, se efectúa meneando el cuerpo de un lado luego del otro de la silla, seguido de un movimiento ligero al mando por cada lado respectivo. El movimiento practicado con un timing justo y un movimiento más amplio al freno, puede permitir pasar por encima del eje horizontal que pide un ligero contra frenado del lado exterior de la ala a su punto más alto, para evitar una plegada.
EL TERCER VUELO será adaptado según la evolución de los pilotos en el momento del primer y segund vuelo. Las maniobras serán:
-Full stall (perdida):
Esta maniobra hace al piloto salir del campo de vuelo de manera descompuesta. Primero el piloto da una vuelta de freno en cada manos luego frena poco a poco su parapente simétricamente con el fin de disminuirlo hasta su velocidad mínimo. Luego el piloto continúa bajando las manos hasta el punto de "perdida", lo que va a provocar un descolgamiento de la ala. El parapente vuelca entonces hacia atras y el piloto debe guardar firmemente las manos en posición baja y simétrica porque la ala, de ella misma quierre volver a volar. La fase siguiente es nombrada Fly back (vuelo trasero). El piloto reconstruye su ala volviendo a levantar simétricamente las manos hasta los hombros y se estabiliza fly back, las puntas del parapente ligeramente cerradas. El último componente del full stall es la salida de la maniobra. Ésta es efectuada de manera simétrica volviendo a levantar las manos hasta llegar a la configuración de vuelo " rapidez máxima". Se lo seguirá una, más o menos, ligera abatea controlada frenando. (La maniobra será repetida una segunda vez según la altitud)
- Négativo (negativ espín):
La giro « négativo » consiste, para su primera fase, en dar una vuelta de frenos por cada lado y disminuir la velocidad del parapente de manera simétrica hasta su velocidad mínima. Luego, de descolgar la ala de un solo lado, bajando un freino hasta su punto deperdida y soltando completamente el otro. Luego se estabiliza en barrena negativa manteniendo el lado freinado firmamente. Una vez el giro négativo estabilizado, el piloto baja la mano opuesto al lado sin pression para pasarla a full stall. Las fases de reconstrucción y salida se efectúan como el full stall. (Ver más arriba)
-Wing:
Ver vuelo número dos.
EL QUARTO VUELO será adaptado según la evolución de los pilotos en el momento del primer, segundo y tercer vuelo. Las maniobras serán:
- Barrena con oreja lado exterior:
La maniobra consiste en hacer una oreja a la izquierda o a la derecha, según preferencia. La oreja,se realisa con la ayuda la liña A la mas alejada del piloto y tirando la a bajo con fuerza, manteniendo la posicion. Luego, hacer series de 360 grados comprometida(contratada) por el lado opuesto a la oreja, hasta la neutralidad espiral (el momento o el parapente mismo se queda en la espiral). Esta maniobra permite de llegar a índices de caída que approximant los 23 metros los segundos, según las alas. La oreja permite reducir la fuerza centrífuga. Esta maniobra podría ser utilizada en el momento de ascendencias fuertes para poder descender.
- Plegada asimétrica con autorrotación del lado cerrado:
La exercicio consiste, como para la primera parte de la maniobra effectuada en el segondo vuelo, a provocar una plegada asimétrica a la derecha o a la izquierda. Luego, dejar irse el parapente del lado cerrado (sin controlar el movimiento con el peso del cuerpo o el freno) hasta obtener una autorotacción comprendida entre ángulos de 90 ° y 540 ° (según la altitud). La autorrotación luego esta controlada, como para la plegada asimétrica 50 %. El piloto usa entonces su cuerpo asi que el freino, del lado abierto, de manera progresiva pero activa hasta parar el autorotaccion. Luego,El piloto controla su trayectoria para quedarse sobre un eje definido.
-Wing:
Ver vuelo número dos.
( Si las condiciones meteorológicas nos lo permiten, efectuamos uno o dos vuelos suplementarios.)
Todos los pilotos del curso debran tener uno bueno nivel de despegue y contròl al suelo. Tener todo su équipo completo ( parapente, silla, paracaidas de emergencia, casco, guantes, radio ) en bueno estado. El instructor o mienbros del “team” efectuaran un contròl previo al curso y tomaremos el derecho de excluir a todo piloto que presentara irregularidades con el matérial de vuelo.
Los informamos que contiene el blog sobre el pilotage en vuelo, debra ser usado exclusivamente durante el curso de seguridad. No debran ser praticado arriba de tierra o por un piloto que no sea apto para tel maniobras.
Nos descargamos de todas responsabilidades para tel actos realisados a fuera del curso de seguridad. Recorden que practicar las maniobras sin instruccion es un acto peligroso. Conversen con su instructor y si tienen algunas dudas, entran en contacto, directamente, con nosotros.
Team- ZEN S.I.V.
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Pienso personalmente, que un buen piloto no es solamente un viejo piloto, como se gusta decirlo en nuestro medio. Un buen piloto es también un piloto que va a buscar mejorarse y a evolucionar, empujando a su ritmo siempre un poco más sus límites. Muchos pilotos se dejan controlar por el miedo y no tratan de canalizarlo y de evolucionarle gracias a el. Para esto, El equipo " ZEN s.i.v." Y yo mismo le ayudaremos a usarlo para progresar de la manera la más segura posible. Nos gustaría que nuestra práctica fuera un disparador para cada uno de vosotros en su propia evolución y les ayudara a adelantar en eterna aprendizaje del parapente. " ZEN s.i.v. " Es una puerta abierta a la progresión.
Abrazos
Fabian EQUEY
FRANCAIS

L’équipe « ZEN » et moi-même aurons le plaisir de vous encadrer dans la région de São Paulo au Brésil et plus exactement sur le lac de Joanopolis à proximité de Bragança Paulista. La vaste étendue d’eau du lac, nous permettra de pouvoir atteindre, grâce à un système de treuillage, une altitude située entre 600 et 800 mètres et d’effectuer avec sécurité, toutes les manœuvres prévues lors des différents vols du stage. Le cours durera deux jours et demi, du vendredi en fin d’après midi au dimanche soir et comprendra un minimum de 4 vols par stagiaire. Les dates seront fixées selon les disponibilités et les conditions climatiques. Le décollage et la prise d’altitude s’effectueront à l’aide d’un treuil spécialement étudié pour la pratique du parapente. Celui-ci, est fixé sur un bateau remorqueur piloté par un instructeur spécialisé dans le treuillage. L’équipe expérimentée de « ZEN s.i.v. » vous encadrera tout le long du stage et lors des décollages pour votre sécurité. Vous serez aussi pourvu de gilets de sauvetage lors de vos vols et un bateau de sécurité sera prévu pour le repêchage lors d’extraction de parachute de secours ou autre.
Le stage aura pour but de vous familiariser avec tous les mouvements qui composent la dynamique du vol en parapente et qui est composée du roulis, du tangage et du mouvement d’assiette. Reconnaître et contrôler les différentes phases de vol passant du vol accéléré aux basses vitesses et allant jusqu’au sorties du domaine de vol tel que « vrille négative » («negativ spin) et « décrochage » (full stall). De réagir avec sang froids et rapidité lors de différents incidents qui pourrait se produire durant un vol « cross ». Comme par exemple ; des conditions thermiques fortes ; des cisaillements de vent ; des vols thermiques sous le vent et qui pourraient provoquer des fermetures violentes et pertes de pression de tout types.
C’est pourquoi, vous serez dirigés et assistés par radio pour chaque vol dès le décollage et un deuxième instructeur expérimenté, coordonnera vos mouvements lors de chacune de vos manœuvres en l’air. Chaque vol sera filmé par deux caméras. Nous utiliserons les images le samedi et dimanche pour la correction vidéo et permettre d’améliorer votre technique. Les images seront également utilisées pour l’édition d’un dvd qui vous sera offert postérieurement au stage, ainsi qu’un t-shirt et un diplôme.
Lors de votre stage « ZEN », nous essayerons d’être à l’écoute de vos besoins et tâcherons de vous faire évoluer de manière la plus sure selon votre niveau. Pour ceci, nous travaillerons de manière personnalisée et adapterons pour chacun d’entre vous les manœuvres en fonction de vos atouts ou lacunes. Pour ceci, nous travaillerons des manœuvres qui seront adaptée à votre évolution durant le stage.
LE PREMIER VOL sera pour tous les stagiaires un vol d’évaluation et sera composé de :
-Fermetures symétriques 100% :
Cette manœuvre est provoquée volontairement en vol droit à l’aide des deux élévateurs A tirés avec force vers le bas de manière brève. S’en suit une perte de pression du parapente suivie d’une réouverture rapide de celui-ci. Par la suite, Le pilote pompe activement sur les freins pour rouvrir les extrémités de l’aile ou cas ou les bouts d’aile restent sans pression.
-Mouvements de tangage :
Ce mouvement est obtenu par le freinage symétrique de l’aile suivi d’un relâchement total des freins et ceci plusieurs fois consécutives afin d’augmenter l’amplitude du mouvement. En premier lieu, le pilote va essayer de sentir le timing du mouvement de tangage et ensuite freiner l'aile durant son abatée , pour temporiser le mouvement de pendule. Ensuite, le pilote accentue le mouvement pendulaire jusqu’à provoquer une fermeture frontale symétrique ou asymétrique.
-Série de 360 degrés :
Une série de trois 360 degrés du côté de votre choix. Composée de l’entrée sur axe, phase d’accélération et ensuite contrôle de la sortie sur axe et temporisation du mouvement de tangage.
LE SECOND VOL sera aussi le même pour tous les stagiaires et sera composé de :
-Fermeture asymétrique 50% contrôlée :
La fermeture asymétrique est provoquée à droite, par une traction franche vers le bas, du maillon rapide de la bande A. La fermeture est maintenue et l’axe de vol sera contrôlé par l’action du corps à l’opposé du côté fermé et par l’action régulée du frein gauche. S’en suit ; un virage contrôlé par le pilote, sur la gauche, d’un angle de 90° et toujours avec l’aile fermée asymétriquement. La réouverture, s’effectue par le relâchement de la bande A, le corps toujours positionné du côté ouvert et le pompage actif à l’aide du frein droit.
-Fermeture asymétrique 50% avec 360 degrés du côté opposé à la fermeture :
La fermeture est provoquée par le pilote, comme pour la manœuvre ci-dessus, mais du côté gauche. S’en suit ; Un 360° du côté ouvert du parapente, contrôlé à l’aide du corps et d’un freinage régulé à droite. La sortie de la manœuvre est effectuée par un contrôle sur axe et le relâchement de la bande A. Le pilote pompe ensuite activement le frein gauche pour faciliter la réouverture du parapente toujours en gardant le poids du corps à droite.
-Wing :
Ce mouvement mélangeant tangage et roulis, s’effectue en balançant le corps d’un côté, puis de l’autre de la sellette, suivi d’un mouvement léger à la commande de chaque côté respectif. Le mouvement pratiqué avec un timing juste et un mouvement plus ample au frein, peut permettre de passer au dessus de l’axe horizontal demandant un léger contre freinage du côté extérieur de l’aile à son point le plus haut, pour éviter une fermeture (wing over).
LE TROISIEME VOL sera adapté selon l’évolution des pilotes lors du premier et deuxième vol. Les manœuvres seront :
-Full stall (décrochage):
Cette manœuvre amène le pilote à sortir du domaine de vol de manière décomposée. Premièrement le pilote fait un tour de frein dans chaque mains puis freine petit à petit son parapente symétriquement afin de le ralentir jusqu’ à sa vitesse minimum. Ensuite le pilote continue à descendre les mains jusqu’au point de « décrochage », ce qui va provoquer un décrochage de l’aile. Le parapente bascule alors vers l’arrière et le pilote doit garder fermement les mains en position basse et symétrique car l’aile, d’elle-même veux revoler. La phase suivante est nommée « Fly back » (vol arrière). Le pilote reconstruit son aile en remontant symétriquement les mains jusqu’ aux épaules et se stabilise en « fly back », les bouts d’ailes légèrement fermés. La dernière composante du « full stall » est la sortie de la manœuvre. Celle-ci est effectuée de manière symétrique en remontant les mains jusqu’à reprendre la configuration de vol en vitesse maximum. S’en suivra une, plus ou moins, légère abatée contrôlée en freinant. (La manœuvre sera répétée une seconde fois selon l’altitude)
-Vrille négative (negativ spin) :
La vrille négative consiste, pour sa première phase, à faire un tour de freins de chaque côté et ralentir le parapente de manière symétrique jusqu’à sa vitesse minimum. Ensuite, le pilote baisse le frein du côté choisi jusqu'à son point de décrochge puis relève complétement l’autre. L’aile alors décroche du côté choisi puis se stabilise en vrille négative. Une fois la vrille stabilisée, le pilote descend l’autre main pour passer en « full stall ». Les phases de reconstruction et sortie s’effectuent comme le « full stall ». (Voir ci-dessus)
-Wing :
Voir vol numéro deux.
LE QUATRIEME VOL sera adapté selon l’évolution des pilotes lors du premier, deuxième et troisième vol. Les manœuvres seront :
-Spirale neutre avec oreille côté extérieur :
La manœuvre consiste à faire une oreille à gauche ou à droite selon préférence et de faire une séries de 360 degrés engagée du côté opposé à l’oreille, jusqu’à la neutralité spirale (moment ou le parapente reste de lui-même dans la spirale). Cette manœuvre permet d’arriver à des taux de chute approximant les 23 mètres secondes, selon les ailes. L’oreille permet de réduire la force centrifuge. Cette manœuvre pourrait être utilisée lors de fortes ascendances pour pouvoir descendre.
-Fermeture asymétrique avec autorotation côté fermeture :
La manœuvre consiste, comme lors du deuxième vol, à provoquer une fermeture asymétrique à droite ou à gauche. Puis ensuite, laisser partir l’aile du côté fermé (sans contrer à la sellette ni au frein) jusqu’à obtenir une autorotation comprise entre des angles de 90° et 540° (selon l’altitude). L’autorotation sera ensuite contrôlée, comme pour la fermeture asymétrique 50%, à l’aide du corps que l’on basculera vivement du côté ouvert tout en contrant de ce même côté avec le frein. Le pilote contrôlera alors sa trajectoire pour rester sur un même axe.
-wing :
Voir vol numéro deux.
(Si les conditions météorologiques nous le permettent, nous effectuerons un ou deux vols supplémentaires.)
Les informations que contient le blog au sujet du pilotage en vol, devront être usées, exclusivement, durant le stage de sécurité. Elles ne devront pas être pratiquées au dessus de la terre ferme et par des pilotes qui ne soient pas aptes à exercer de telles manoeuvres.
Nous nous déchargeons de toute résponsabilités pour de tels acts réalisés en dehors du cadre du stage de sécurité. Rapelez-vous, que pratiquer ses manoeuvres sans instruction est dangereux. Renseignez-vous au prêt de votre instructeur ou dans le doute, contactez-nous directement.
L’équipe- ZEN S.I.V
Fabian EQUEY
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